7.3.07
Energia nos Edifícios - parte 1 de 2
Cerca de 80% da energia que a União Europeia consome provêm de combustíveis fósseis – petróleo, gás natural e carvão. Uma parte significativa e crescente desta energia é importada de fora da União Europeia. A dependência do petróleo e gás importados, que é actualmente de 50%, poderá exceder 80% até 2030.
A fim de reduzir a utilização de combustíveis fósseis, a União Europeia comprometeu-se a, até 2015, obter 15% da energia que consome a partir de fontes renováveis e prevê economizar anualmente 1% do consumo final de energia, durante um período de nove anos que se inicia em 2007, aumentando a utilização de equipamento de iluminação, aquecimento, produção de água quente, ventilação e transporte mais eficiente do ponto de vista do consumo de energia e da relação custo-benefício.
De salientar que a União Europeia aprovou normas de eficiência energética e requisitos de certificação energética para os edifícios, inspecções regulares obrigatórias das caldeiras e sistemas de ar condicionado e normas para o equipamento consumidor de energia, nomeadamente os electrodomésticos – medidas estas que permitem, todas elas, economizar energia.
O vídeo aqui disponibilizado é um pequeno resumo de todas estas normas que brevemente entrarão em vigor, com o fim de atingir todas as metas em termos energéticos aprovadas pelos países membro da União Europeia.
Jacinto Rodrigues apresenta Johan van Lengen - parte 1 de 3
Aqui ficam os vídeos do professor Jacinto Rodrigues a propósito da sua visita a Tibá e do seu encontro com Johan van Lengen, o arquitecto que fundou este mesmo instituto, que visa criar um instrumento para a disseminação de uma arquitectura mais integrada com a natureza.
5.3.07
Bairro em Matosinhos ganha Prémio Europeu de Energia Sustentável 2007
O bairro cooperativo da Ponte da Pedra, em Leça do Balio, Matosinhos, autoria do arquitecto António Carlos Coelho, ganhou o prémio europeu de Energia Sustentável 2007, na categoria de "Parcerias público-privadas", atribuído pela Direcção-Geral para Energia e Transportes, de Bruxelas.
"As medidas aplicadas demonstram uma efectiva preocupação na adequada gestão energética, que passam pela utilização de medidas solares passivas, melhorando o desempenho energético passivo do edifício, e activas que permitirão reduzir o consumo de electricidade e de gás, aproveitando energia solar para AQS, ou seja, recorrendo a formas de energia renovável.
Existem também medidas que permitem uma adequada gestão da água no interior das habitações (chuveiros com válvulas termostáticas para controlo de temperatura, autoclismos com dupla descarga de 3 e 6 litros, aproveitamento de águas pluviais para a sanita, etc.), contribuindo, desta forma, para a redução do consumo de água para abastecimento doméstico.
No exterior dos apartamentos são também aplicadas medidas para reduzir os consumos de água em espaços comuns e exteriores, nomeadamente através do aproveitamento de águas recuperadas para rega da totalidade dos jardins da urbanização e da introdução de sensores de humidade que permitem detectar a necessidade de rega.
O facto de se ter implementado um sistema de recolha e armazenamento das águas pluviais, de escorrência superficial na área do empreendimento e de infiltração nas garagens, depois utilizadas, como referido, nas sanitas e rega de jardins, contribui efectivamente para a gestão de águas localmente.
Verificou-se uma preocupação na utilização de materiais locais preferencialmente localizados na zona centro norte, num raio de aproximadamente 100 km, apresentando certificados de qualidade."
Existem também medidas que permitem uma adequada gestão da água no interior das habitações (chuveiros com válvulas termostáticas para controlo de temperatura, autoclismos com dupla descarga de 3 e 6 litros, aproveitamento de águas pluviais para a sanita, etc.), contribuindo, desta forma, para a redução do consumo de água para abastecimento doméstico.
No exterior dos apartamentos são também aplicadas medidas para reduzir os consumos de água em espaços comuns e exteriores, nomeadamente através do aproveitamento de águas recuperadas para rega da totalidade dos jardins da urbanização e da introdução de sensores de humidade que permitem detectar a necessidade de rega.
O facto de se ter implementado um sistema de recolha e armazenamento das águas pluviais, de escorrência superficial na área do empreendimento e de infiltração nas garagens, depois utilizadas, como referido, nas sanitas e rega de jardins, contribui efectivamente para a gestão de águas localmente.
Verificou-se uma preocupação na utilização de materiais locais preferencialmente localizados na zona centro norte, num raio de aproximadamente 100 km, apresentando certificados de qualidade."
4.3.07
Construção de terra em Boassas
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