10 Junho: Exposição de inventor português quer motivar luso-canadianosMontreal, Canadá 10/06/2007 05:56 (LUSA)Temas: Artes, Cultura e Entretenimento Montreal, Canadá, 10 Jun (Lusa) - Uma exposição sobre o inventor e cientista português Manuel António Gomes, um dos pioneiros defensores da utilização da energia solar, foi apresentada às comunidades lusas de Gatineau e Montreal, no âmbito das celebrações do Dia de Portugal. Conhecido por Padre Himalaya, Manuel António Gomes foi um sacerdote e cientista português que no início do século XX obteve o Grande Prémio da Exposição Universal de St. Louis, EUA, em 1904, pelo projecto do "Pirelióforo". O "Pirelióforo" é um forno solar de grandes dimensões que constitui um dos primeiros projectos de concentração da energia solar a altas temperaturas, visando aplicação industrial. Para apresentar esta exposição deslocaram-se ao Canadá o prof. Jacinto Rodrigues, da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, e o cineasta Jorge António, respectivamente autor de uma das mais completas biografias sobre a vida e obra do inventor e realizador do filme "The amazing story of Father Himalaya - um pioneiro na energia solar". Em declarações hoje à Lusa, o prof. Jacinto Rodrigues realçou que a mostra no Canadá "pretendeu aumentar a auto-estima no seio da comunidade portuguesa e transmitir aos jovens [luso-descendentes] que há valores e contributos de inventores portugueses que não são de desprezar em relação a sociedades que estão mais avançadas [face à portuguesa]". No entender deste docente universitário, a actualidade dos ensinamentos do Padre Himalaya reside na sua postura visionária "eco-desenvolvimentista", de que as energias renováveis substituirão as energias fósseis (como o petróleo), assim como na utilização das florestas e na defesa de reformas educativas. A exposição do Padre Himalaya no Canadá foi uma iniciativa do Centro Comunitário Português Amigos Unidos, da cidade de Gatineau, junto à capital canadiana Otava. Nascido em 1868 em Cendufe, concelho de Arcos de Valdevez, e falecido em 1933 em Viana do Castelo, Manuel António Gomes registou ao longo da sua vida de cientista várias patentes, entre as quais a do "Pirelióforo", de um novo tipo de explosivo, assim como de algumas relativas à criação de um turbo-motor. José Carlos Rodrigues, um dos responsáveis pela iniciativa, disse à Lusa que um dos desejos da exposição é "criar o movimento ecológico Padre Himalaya junto da comunidade lusa". A exposição esteve patente a 02 e 03 de Junho em Gatineau, integrada na primeira realização do "Mês da Herança Portuguesa" naquela cidade, e a 08 de Junho em Montreal, na "Semana de Portugal", ambas no quadro das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Presente no arranque da primeira celebração do "Mês da Herança Portuguesa em Gatineau, a 01 de Junho, o Embaixador de Portugal no Canadá, João Pedro da Silveira Carvalho manifestou regozijo por esta ter sido " primeira cidade da província da do Quebeque a adoptar o "Mês da Herança Portuguesa", reconhecendo, assim, a importância da Comunidade Portuguesa no desenvolvimento e crescimento de Gatineau e a sua região, bem como o valor acrescentados do seu contributo cultural". "Esperemos que o Governo da Província da Quebeque, que conta com a segunda maior comunidade portuguesa no Canadá, siga este exemplo em 2008", afirmou ainda o diplomata português. Além de Gatineau, desde 2006 que na Colúmbia Britânica - costa pacífica do Canadá - se celebra com carácter oficial o "Mês da Herança Portuguesa", na sequência da declaração do Procurador-Geral e Ministro do Multiculturalismo da província. Também com grandes comunidades lusas, Toronto e Montreal organizam a "Semana de Portugal" com vastos programas de festividades. Este ano, o embaixador de Portugal no Canadá desloca-se a Montreal para assistir à cerimónia do 10 de Junho - Dia de Portugal, organizada pela comunidade portuguesa ali radicada. EF. Lusa/fim. ------------------------------------------------Elisa FonsecaNews Correspondent of Lusa in CanadaOffice phone: 450-965-4244Cellphone: 514-926-0998e-mail: efonseca@lusa.pt
18.6.07
Professor Jacinto Rodrigues nas Comemorações do Mês de Portugal no Canadá
10 Junho: Exposição de inventor português quer motivar luso-canadianosMontreal, Canadá 10/06/2007 05:56 (LUSA)Temas: Artes, Cultura e Entretenimento Montreal, Canadá, 10 Jun (Lusa) - Uma exposição sobre o inventor e cientista português Manuel António Gomes, um dos pioneiros defensores da utilização da energia solar, foi apresentada às comunidades lusas de Gatineau e Montreal, no âmbito das celebrações do Dia de Portugal. Conhecido por Padre Himalaya, Manuel António Gomes foi um sacerdote e cientista português que no início do século XX obteve o Grande Prémio da Exposição Universal de St. Louis, EUA, em 1904, pelo projecto do "Pirelióforo". O "Pirelióforo" é um forno solar de grandes dimensões que constitui um dos primeiros projectos de concentração da energia solar a altas temperaturas, visando aplicação industrial. Para apresentar esta exposição deslocaram-se ao Canadá o prof. Jacinto Rodrigues, da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, e o cineasta Jorge António, respectivamente autor de uma das mais completas biografias sobre a vida e obra do inventor e realizador do filme "The amazing story of Father Himalaya - um pioneiro na energia solar". Em declarações hoje à Lusa, o prof. Jacinto Rodrigues realçou que a mostra no Canadá "pretendeu aumentar a auto-estima no seio da comunidade portuguesa e transmitir aos jovens [luso-descendentes] que há valores e contributos de inventores portugueses que não são de desprezar em relação a sociedades que estão mais avançadas [face à portuguesa]". No entender deste docente universitário, a actualidade dos ensinamentos do Padre Himalaya reside na sua postura visionária "eco-desenvolvimentista", de que as energias renováveis substituirão as energias fósseis (como o petróleo), assim como na utilização das florestas e na defesa de reformas educativas. A exposição do Padre Himalaya no Canadá foi uma iniciativa do Centro Comunitário Português Amigos Unidos, da cidade de Gatineau, junto à capital canadiana Otava. Nascido em 1868 em Cendufe, concelho de Arcos de Valdevez, e falecido em 1933 em Viana do Castelo, Manuel António Gomes registou ao longo da sua vida de cientista várias patentes, entre as quais a do "Pirelióforo", de um novo tipo de explosivo, assim como de algumas relativas à criação de um turbo-motor. José Carlos Rodrigues, um dos responsáveis pela iniciativa, disse à Lusa que um dos desejos da exposição é "criar o movimento ecológico Padre Himalaya junto da comunidade lusa". A exposição esteve patente a 02 e 03 de Junho em Gatineau, integrada na primeira realização do "Mês da Herança Portuguesa" naquela cidade, e a 08 de Junho em Montreal, na "Semana de Portugal", ambas no quadro das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. Presente no arranque da primeira celebração do "Mês da Herança Portuguesa em Gatineau, a 01 de Junho, o Embaixador de Portugal no Canadá, João Pedro da Silveira Carvalho manifestou regozijo por esta ter sido " primeira cidade da província da do Quebeque a adoptar o "Mês da Herança Portuguesa", reconhecendo, assim, a importância da Comunidade Portuguesa no desenvolvimento e crescimento de Gatineau e a sua região, bem como o valor acrescentados do seu contributo cultural". "Esperemos que o Governo da Província da Quebeque, que conta com a segunda maior comunidade portuguesa no Canadá, siga este exemplo em 2008", afirmou ainda o diplomata português. Além de Gatineau, desde 2006 que na Colúmbia Britânica - costa pacífica do Canadá - se celebra com carácter oficial o "Mês da Herança Portuguesa", na sequência da declaração do Procurador-Geral e Ministro do Multiculturalismo da província. Também com grandes comunidades lusas, Toronto e Montreal organizam a "Semana de Portugal" com vastos programas de festividades. Este ano, o embaixador de Portugal no Canadá desloca-se a Montreal para assistir à cerimónia do 10 de Junho - Dia de Portugal, organizada pela comunidade portuguesa ali radicada. EF. Lusa/fim. ------------------------------------------------Elisa FonsecaNews Correspondent of Lusa in CanadaOffice phone: 450-965-4244Cellphone: 514-926-0998e-mail: efonseca@lusa.pt
24.5.07
Urbanismo Sustentável
22.5.07
Carta enviada por Johan Van Lengen a Jacinto Rodrigues
21.5.07
Teste 3º período
“Uma boa e uma má notícia
(…) A má notícia é que a humanidade transformou o planeta Terra ao ponto de ameaçar a produção pela natureza dos bens e serviços essenciais para a humanidade: fertilidade dos solos e controlo da erosão, água potável, ar de qualidade, diversidade dos recursos genéticos na base do desenvolvimento de produtos farmacêuticos e agrícolas, abastecimento alimentar (peixe, caça) e de combustíveis, regulação das inundações e do clima, serviços “culturais” de que as sociedades humanas beneficiam para a sua vida espiritual, estética e simbólica… Ao ponto das respostas do ambiente natural à escalada das pressões exercidas pelo homem se tornarem imprevisíveis: a humanidade não está ao abrigo de más surpresas ambientais. Os pessimistas têm razão: a humanidade segue hoje uma trajectória de desenvolvimento que não é durável.
A boa notícia é que, ao longo de toda a sua história, a humanidade deu provas de uma grande capacidade de adaptação às alterações do seu ambiente. Pela sua criatividade, o homem inova, ajusta as suas tecnologias, as suas instituições e a sua atitude face à natureza, aliviando assim a pressão sobre o ambiente. Portanto os optimistas também têm razão: as inovações permitem evitar que as alterações do ambiente natural ameacem o futuro da humanidade.
Porém, as inovações necessárias a um reequilíbrio entre a actividade humana e os processos naturais não se produzem de maneira espontânea e a sua implementação requer uma renovação da organização social e económica das sociedades. Uma mutação desse tipo leva vários decénios.
No passado, a adaptação das sociedades humanas só se produziu quando o homem não tinha alternativa. Hoje, dada a amplitude mundial das alterações ambientais, a inércia dos sistemas naturais e sociais e a complexidade crescente das economias, a adaptação da actividade humana deve ser feita por antecipação. Uma consciencialização dos riscos e uma reacção rápida por meio das políticas apropriadas são indispensáveis para reencontrar uma trajectória de desenvolvimento durável.
Assim sendo, só podemos ser optimistas a longo prazo na condição do pessimismo contribuir para alterar o mundo actual a curto prazo.”
Éric Lambin, in “A Terra sobre Corda Bamba – para um reequilíbrio ecológico”, Col. Perspectivas Ecológicas, Ed. Instituto Piaget, 2006
Tendo em conta este enquadramento teórico sobre a relação entre a humanidade e o planeta Terra, faça uma reflexão crítica revelando de que modo vê a sua futura atitude como cidadã(o) e arquitecta(o) ligada(o) às questões da construção e do urbanismo.
Enumere algumas actividades possíveis que possa vir a realizar como cidadã(o) e profissional explicitando:
- Que dificuldades julga encontrar?
- Que limites prevê na sua acção?
- Que abertura e apoios pensa encontrar para realizar uma correcta actividade profissional na defesa do interesse público?
BOM TRABALHO!
O Professor
15.5.07
Solar Decathlon UPM Madrid

Casa proposta para um concurso americano, apresentada na aula de hoje pela Arrate Arizaga, aluna de ecologia urbana, erasmus da Escola de Arquitectura de Madrid.

