17.6.08
Professor Jacinto Rodrigues em França sobre Padre Himalaya
No dia 5 de Junho o professor Jacinto Rodrigues participou numa entrevista para a televisão francesa sobre o padre Himalaya, os seus inventos e preocupações relativamente à ecologia. Nessa entrevista aparece, em primeiro lugar, o Presidente da Associação "Les Amis du Padre Himalaya", Antoine Sanchez que apresenta a associação e o trabalho que tem vindo a desenvolver. O Professor Jacinto Rodrigues fala sobre a vida do Padre Himalaya. Esta entrevista dada à televisão RTSF foi feita no âmbito da Festa do Sol e do Congresso Internacional de Energias Renováveis que decorreu em Perpignan. Para ver a entrevista basta ir ao site
http://vpod.tv/Joffre/504967
30.5.08
1ª Conferência Internacional sobre Ensino, Investigação e Desenvolvimento em Angola - Universidade do Minho 15 a 17 de Maio 2008

O Professor Jacinto Rodrigues fez uma comunicação na 1ª Conferência Internacional sobre Ensino, Investigação e Desenvolvimento em Angola, na Universidade do Minho, Braga no dia 15 de Maio e cujo resumo se segue:
Jacques Delors, no Relatório apresentado à UNESCO, pela Comissão Internacional sobre Educação para o Séc. XXI , em 1999, refere os quatro pilares necessários para uma mudança de paradigma educativo:
a) aprender a conhecer;
b) aprender a fazer;
c) aprender a viver em conjunto;
d) aprender a ser;
Contudo, este modelo educativo terá que ser inserido num paradigma mais vasto. Um novo paradigma civilizacional. Nesse novo paradigma civilizacional teremos que rever a questão do modo de produção, dos tipos de energia e dos processos e meios tecnológicos.
Na actual situação ecológica de esgotamento da biosfera (energia, espécies e bens naturais) de contaminação poluitiva (poluições globais, secas, mudanças climáticas etc.) e exclusão social, terá que se impor uma mudança não apenas no modelo operativo mas, se queremos sobreviver e viver numa relação simbiótica com a natureza, no processo civilizacional.
A tecnosfera produzida pelo homem gerou pontos de ruptura com a biosfera que já não possui força regenerativa face ao referido esgotamento e contaminação. São claros também os sintomas de crise profunda na sociedade, alargando-se o fosso entre ricos e pobres, gerando-se conflitualidade e violência face às dissimetrias regionais e internacionais, até à fome, miséria e genocídio.
A concorrência desenfreada e a competitividade predatória estão a desarticular toda a eco-economia essencial da biosfera, gerando incontroláveis situações catastróficas: mudanças climáticas, catástrofes naturais, desertificação e perca de biodiversisdade nos ecosistemas.
Neste sentido, o paradigma pedagógico, tal como o pensamento e a cultura e o modo de vida em geral, terão de se ecologizar.
O que propomos para o paradigma pedagógico é ecologizá-lo. Assim, ecologizar a proposta de Jacques Delors é:
a)Eco-empreender , isto é fazer ecologicamente as actividades tecno-estruturais;
b)Eco-aprender a aprender, isto é, aprender a conhecer com o pensamento ecologizado;
c)Eco-aprender a viver em conjunto e em solidariedade para com a biosfera,
criando as simbioses necessárias entre natureza, ecotecnologia e eco-sociedade.
d)Aprender a ser ecologicamente, para se poder viver em harmonia com a
existência saudável duma biosfera.
Só a partir desta orientação estratégica, se podem elaborar os currículos de formação adequados ao ecodesenvolvimento. Esses currículos articulam-se ainda de forma tripartida, embora, sistemicamente em interacção:
a) Formação, no sentido das necessidades de autonomia alimentar, construtiva e
logística de base – Eco-emprender – fazer;
b) Formação criativa, relacional e ainda higiene e saúde – Eco-relacionar-se com os outros e com a biosfera;
c) Eco-apreender saberes para uma estratégia de eco-desenvolvimento.
Interessa compreender que toda essa triarticulação de currículos se relaciona com um trabalho de auto-desenvolvimento para uma consciência auto-reflexiva que tem a ver com a dimensão do ser, de que também fala Jacques Delors. Só com esse trabalho, de definição paradigmática e de estratégias curriculares adequadas, poderemos definir uma conveniente gestão da cultura e do ensino.
A problemática da cultura e do ensino tem a ver com o modelo de desenvolvimento que se discute actualmente na U.E. e no mundo e que assenta numa oscilação entre o neoliberalismo, cujo interesse se articula em torno do mercado e dos interesses lucrativos das multinacionais e o capitalismo de Estado, previdencialista, em que a regulação económica se faz através do “neokainesianismo” ou através do planeamento do Estado autocrático.
Porém, esta situação aparentemente dicotómica tem, afinal, três sujeitos. Aquilo a que se chama o triângulo de “Krohm”.
Com efeito, para além da polaridade Empresa/Estado, existe a expressão duma sociedade autónoma cuja expressão se traduz na auto-gestão participativa e cooperante.
Neste sentido, a questão não é mais Estado ou mais Empresa privada, mas mais sociedade civil auto-organizada.
Por isso, o ensino e a cultura, no desenvolvimento ecologicamente sustentado, terá cada vez mais a ver com a organização consciente e participativa da sociedade civil e menos a ver com formas de mercadoria lucrativa, na órbita das multinacionais ou das manipulações ideológicas do Estado autoritário.
a) aprender a conhecer;
b) aprender a fazer;
c) aprender a viver em conjunto;
d) aprender a ser;
Contudo, este modelo educativo terá que ser inserido num paradigma mais vasto. Um novo paradigma civilizacional. Nesse novo paradigma civilizacional teremos que rever a questão do modo de produção, dos tipos de energia e dos processos e meios tecnológicos.
Na actual situação ecológica de esgotamento da biosfera (energia, espécies e bens naturais) de contaminação poluitiva (poluições globais, secas, mudanças climáticas etc.) e exclusão social, terá que se impor uma mudança não apenas no modelo operativo mas, se queremos sobreviver e viver numa relação simbiótica com a natureza, no processo civilizacional.
A tecnosfera produzida pelo homem gerou pontos de ruptura com a biosfera que já não possui força regenerativa face ao referido esgotamento e contaminação. São claros também os sintomas de crise profunda na sociedade, alargando-se o fosso entre ricos e pobres, gerando-se conflitualidade e violência face às dissimetrias regionais e internacionais, até à fome, miséria e genocídio.
A concorrência desenfreada e a competitividade predatória estão a desarticular toda a eco-economia essencial da biosfera, gerando incontroláveis situações catastróficas: mudanças climáticas, catástrofes naturais, desertificação e perca de biodiversisdade nos ecosistemas.
Neste sentido, o paradigma pedagógico, tal como o pensamento e a cultura e o modo de vida em geral, terão de se ecologizar.
O que propomos para o paradigma pedagógico é ecologizá-lo. Assim, ecologizar a proposta de Jacques Delors é:
a)Eco-empreender , isto é fazer ecologicamente as actividades tecno-estruturais;
b)Eco-aprender a aprender, isto é, aprender a conhecer com o pensamento ecologizado;
c)Eco-aprender a viver em conjunto e em solidariedade para com a biosfera,
criando as simbioses necessárias entre natureza, ecotecnologia e eco-sociedade.
d)Aprender a ser ecologicamente, para se poder viver em harmonia com a
existência saudável duma biosfera.
Só a partir desta orientação estratégica, se podem elaborar os currículos de formação adequados ao ecodesenvolvimento. Esses currículos articulam-se ainda de forma tripartida, embora, sistemicamente em interacção:
a) Formação, no sentido das necessidades de autonomia alimentar, construtiva e
logística de base – Eco-emprender – fazer;
b) Formação criativa, relacional e ainda higiene e saúde – Eco-relacionar-se com os outros e com a biosfera;
c) Eco-apreender saberes para uma estratégia de eco-desenvolvimento.
Interessa compreender que toda essa triarticulação de currículos se relaciona com um trabalho de auto-desenvolvimento para uma consciência auto-reflexiva que tem a ver com a dimensão do ser, de que também fala Jacques Delors. Só com esse trabalho, de definição paradigmática e de estratégias curriculares adequadas, poderemos definir uma conveniente gestão da cultura e do ensino.
A problemática da cultura e do ensino tem a ver com o modelo de desenvolvimento que se discute actualmente na U.E. e no mundo e que assenta numa oscilação entre o neoliberalismo, cujo interesse se articula em torno do mercado e dos interesses lucrativos das multinacionais e o capitalismo de Estado, previdencialista, em que a regulação económica se faz através do “neokainesianismo” ou através do planeamento do Estado autocrático.
Porém, esta situação aparentemente dicotómica tem, afinal, três sujeitos. Aquilo a que se chama o triângulo de “Krohm”.
Com efeito, para além da polaridade Empresa/Estado, existe a expressão duma sociedade autónoma cuja expressão se traduz na auto-gestão participativa e cooperante.
Neste sentido, a questão não é mais Estado ou mais Empresa privada, mas mais sociedade civil auto-organizada.
Por isso, o ensino e a cultura, no desenvolvimento ecologicamente sustentado, terá cada vez mais a ver com a organização consciente e participativa da sociedade civil e menos a ver com formas de mercadoria lucrativa, na órbita das multinacionais ou das manipulações ideológicas do Estado autoritário.
Mais informações sobre este congresso em: http://umonline.uminho.pt/ModuleLeft.aspx?mdl=~/Modules/Eventos/EventoView.ascx&ItemID=1501&Mid=11&lang=pt-PT&pageid=24&tabid=3
Seminário "O Metabolismo Circular e o Eco-Urbanismo" Escola Universitária Vasco da Gama - 23 de Abril de 2008
O Professor Jacinto Rodrigues realizou, no dia 23 de Abril de 2008, a convite da Escola Universitária Vasco da Gama, em Coimbra, um Seminário sobre o Metabolismo circular e o eco-urbanismo.
27.5.08
Actividades pedagogicas - integraçao ao trabalho de grupo (1º semestre)
Algumas das actividades da disciplina de Ecologia da Faup (2007/2008) em video. Dez minutinhos a nao perder. Cortesia do nosso simpatico e ecologico amigo Andre Scarpa. Obrigado Scarpa.
Nota: Nenhum animal foi ferido, nem nenhum rio poluido na elaboraçao deste video. Foi tudo feito digitalmente.
Ivan Dejmal
Ivan Dejmal foi um ecologista, arquitecto do ambiente, político e líder as organizações anticomunistas. Ele foi uma pessoa muito importante no cenário político, interessando-se pela protecção do ambiente natural sendo um dos fundadores das leis desta disciplina na República Checa. Ele também criou algumas organizações ecológicas e promoveu conferências onde os problemas são ainda hoje resolvidos.
por Helena Kopová 5°Ano FAUP
20.5.08
ECOSFERAS - CONCEITO
Sustentabilidade
1_DEFINIÇÂO DO CONCEITO: EXEMPLO PRÁTICO.
A ecosfera original (Ecosferas®) nasceu da investigaçâo aeroespacial da Nasa. Se procuravam sistemas fechados no espaço onde os astronautas pudermam viver en viajes longes. Queríanm encontrar um entorno autosuficiente, producendo alimentos e oxigeno para a tripulaçâo e manter a àgua e o aire limpo y reutilizable. A Nasa deu esta tecnología para que o pessoal pudiesse compreender melhor o equilibrio na natureza. E estos pequenos munos tâo fascinantes sâo as Ecoesferas.
É o primer ecosistema totalmente fechado; un mundo pequeno completo e autosuficiente dentro duma bola de cristal. Fácilmente manejable, uma ecosfera é um elemento de aprendizajem que vai proporcionar informaçâo interesante sobre a vida no nosso planeta, assim como uma mostra da tecnología para a futura exploraçâo do espacio.
------
Num sustrato de água marina filtrada habitam os camarôes vermelhos, com outrosmicroorganismos activos e algas.Debido a que la ecosfera es un ecosistema autosuficiente, no es necesario ningún aporte alimenticio externo.
Simplesmente deve fornecer a seu ecosphere uma contribuição da luz indireta natural ou artificial que reserva para manter o ciclo biológico, para apreciar este jogo da arte e a ciência, a beleza e o contrapeso. Para ser um sistema closed e independente, os recursos vivos do trabalho de Ecospheres sem contaminar o medio.ambiente, de modo que o ecosphere não necessite limpar e somente ele requerem um cuidado mínimo. A expectativa média da vida de Ecospheres realiza-se de dois a cinco anos, embora algumas caixas dos shrimps ocorram que começaram alcançar os 20 anos em seu ecosphere. Vê o manual para uma informação mais grande sobre o ecosphere.
O ecosistema está formado por os camarôes, o àgua filtrada, as algas, a gorgonia e a gravilla.
A Ecosfera é um exemplo de desarrollo sostenivel.
No caso do que estamos a falar só há de requerir luz externa para a sua auto-suficiença.
A luz e o dióxido de carbono permite a produçâo de oxígeno das algas, e os camarôes alimntam-se das algas e bacterias, e respiram o oxígeno gerado pelas algas na fotosíntesis.
Os camarôes e as bacteria producem também dióxido de carbono que é o que precisam as algas para producir oxígeno.
Produce-se portanto un sistema fechado e auto-suficiente
2_FONTES
2.1.- Sites
http://www.ecosferas.com/
www.ecosferaportuguesa.blogspot.com/
Referências da NASA:
http://spaceplace.nasa.gov/sp/kids/earth/wordfind/
http://www.nas.nasa.gov/About/Education/SpaceSettlement/teacher/lessons/bryan/ecosys/
Luis Quintano Navarro / Ecología Urbana 2007-08 / Erasmus FAUP
1_DEFINIÇÂO DO CONCEITO: EXEMPLO PRÁTICO.
A ecosfera original (Ecosferas®) nasceu da investigaçâo aeroespacial da Nasa. Se procuravam sistemas fechados no espaço onde os astronautas pudermam viver en viajes longes. Queríanm encontrar um entorno autosuficiente, producendo alimentos e oxigeno para a tripulaçâo e manter a àgua e o aire limpo y reutilizable. A Nasa deu esta tecnología para que o pessoal pudiesse compreender melhor o equilibrio na natureza. E estos pequenos munos tâo fascinantes sâo as Ecoesferas.
É o primer ecosistema totalmente fechado; un mundo pequeno completo e autosuficiente dentro duma bola de cristal. Fácilmente manejable, uma ecosfera é um elemento de aprendizajem que vai proporcionar informaçâo interesante sobre a vida no nosso planeta, assim como uma mostra da tecnología para a futura exploraçâo do espacio.
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Num sustrato de água marina filtrada habitam os camarôes vermelhos, com outrosmicroorganismos activos e algas.Debido a que la ecosfera es un ecosistema autosuficiente, no es necesario ningún aporte alimenticio externo.
Simplesmente deve fornecer a seu ecosphere uma contribuição da luz indireta natural ou artificial que reserva para manter o ciclo biológico, para apreciar este jogo da arte e a ciência, a beleza e o contrapeso. Para ser um sistema closed e independente, os recursos vivos do trabalho de Ecospheres sem contaminar o medio.ambiente, de modo que o ecosphere não necessite limpar e somente ele requerem um cuidado mínimo. A expectativa média da vida de Ecospheres realiza-se de dois a cinco anos, embora algumas caixas dos shrimps ocorram que começaram alcançar os 20 anos em seu ecosphere. Vê o manual para uma informação mais grande sobre o ecosphere.
O ecosistema está formado por os camarôes, o àgua filtrada, as algas, a gorgonia e a gravilla.
A Ecosfera é um exemplo de desarrollo sostenivel.
No caso do que estamos a falar só há de requerir luz externa para a sua auto-suficiença.
A luz e o dióxido de carbono permite a produçâo de oxígeno das algas, e os camarôes alimntam-se das algas e bacterias, e respiram o oxígeno gerado pelas algas na fotosíntesis.
Os camarôes e as bacteria producem também dióxido de carbono que é o que precisam as algas para producir oxígeno.
Produce-se portanto un sistema fechado e auto-suficiente
2_FONTES
2.1.- Sites
http://www.ecosferas.com/
www.ecosferaportuguesa.blogspot.com/
Referências da NASA:
http://spaceplace.nasa.gov/sp/kids/earth/wordfind/
http://www.nas.nasa.gov/About/Education/SpaceSettlement/teacher/lessons/bryan/ecosys/
Luis Quintano Navarro / Ecología Urbana 2007-08 / Erasmus FAUP
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